Ranking
Quatro placares, porque o jogo tem mais de um jeito de se dar bem. Quem não vence lutando pode reinar no comércio; quem não gosta de brigar com gente pode ser o maior caçador do mundo.
Carregando…
Como cada um é medido
- Poder — a vila e a força de batalha do exército. As tropas valem o que fazem em campo — vida, dano e alcance, com os bônus dos seus prédios e melhorias, a mesma força que o painel de ataque mostra; e cada nível de prédio vale mais que o anterior, com o Centro da Vila, o Altar do Campeão e a Casa de Artigos Mágicos pesando mais que os outros. É um retrato de agora: sobe quando você treina e constrói, cai quando você perde tropas — e baixa enquanto seu exército está em marcha.
- Vila — só as construções: cada prédio e o nível dele, sem o exército. É a régua do desnível entre duas vilas — quando uma ataca a outra, é ela que decide quanto do saque a maior leva, quanto dura o escudo da menor e quantas tropas da menor escapam.
- Conquistador — o valor de tudo que você já tomou de outros jogadores. Saque de base rival não conta: senão o placar viraria contagem de quem tem mais tempo livre.
- Caçador — Gorvaks e Vulkrans abatidos. O degrau mais alto do mapa, e o único que exige exército grande de verdade.
- Mercador — todo o ouro que passou pelas suas mãos no mural, comprando e vendendo. Premia quem sabe comprar barato e vender caro.
- Glória — a disputa do mês. Vencer um ataque contra outro jogador dá pontos e tirar do adversário; perder custa. Quanto mais alto o alvo, mais vale — e repelir alguém muito abaixo de você não vale nada. É o único quadro que desce, e ele zera todo mês, com prêmio para quem termina no topo.
Os três últimos só sobem — eles contam sua história, não o seu momento. Você pode gastar todo o ouro que ganhou e continuar sendo o maior Mercador.